A voz da contracapa,  Crianças, dedo no ar!,  Os livros têm opinião

As nossas casas

Temos passado muito tempo nas nossas casas. Porque é que as casas têm um papel-chave na nossa vida? De que falam?

Com o tempo de quarentena, fomos obrigados a viver a nossa casa de minuto a minuto. A casa fala por nós, na nossa presença e na nossa ausência, como refere José Tolentino de Mendonça no livro «O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas».

  • Porque dizem que a casa é o nosso porto de abrigo?
  • O que nos faz sentir em casa?
  • Qual é o espaço de casa que mais gostamos?
  • Quando dizemos a palavra casa qual a imagem que visualizamos?
  • Se pudessem escolher um objecto que representasse a vossa casa, o que escolheriam?

Estas e outras perguntas podemos conversar à mesa, partilhando a perspectiva do que sentem pela sua casa.

O “pontapé de saída” pode ser esta frase do livro de José Tolentino de Mendonça, «As casas são uma máquina de habitar, é certo, e desempenham um papel-chave na construção da nossa experiência humana».

Livros para colorir a discussão

Sugerimos para os mais novos, o livro «O dia em que os lápis voltaram a casa», de Drew Daywatt; ilustração: Oliver Jeffers; para os mais jovens «A Asa e a Casa», de Teresa Rita Lopes e para os adultos, «Arrume a sua casa, Arrume a sua vida», da japonesa Marie Kondo bem como «Lá, onde o vento chora», da escritora Delia Owens. E, como sexta-feira, chama filmes e pipocas, juntem-se no sofá e vejam o filme animado «UP».

Terminamos com a sugestão de um poema do Ruy Belo sobre as casas «Oh as casas as casas as casas», que está incluído no livro «Todos os poemas».

«Oh as casas as casas as casas» no livro «Todos os poemas», de Ruy Belo

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