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	<title>2020 Abril &#8211; Desculpas para Ler</title>
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	<title>2020 Abril &#8211; Desculpas para Ler</title>
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		<title>Manuel Vilas ao quadrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 18:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020 Abril]]></category>
		<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, participei em dois clubes de leitura e em ambos espalhei o afecto e o valor da memória com o livro «Em tudo havia beleza» de Manuel Vilas. No espaço de três semanas, apresentei o livro «Em tudo havia beleza» no Clube de Leitura Ler Ler organizado pela Escrever Escrever e no d&#8217; A Biblioterapeuta. A razão de ter escolhido o livro para ler foi pedido em ambos. Apesar deste livro estar na minha wish list há bastante tempo, com a participação no também Clube de Leitura do Plano Nacional de Leitura, dinamizado via Goodreads, decidi que seria uma excelente oportunidade de o ler em conjunto e acompanhar os comentários e trocar opiniões com outros leitores. O livro «Em tudo havia beleza», «Ordesa», título assumido em Espanha, é o primeiro romance a ser publicado pelo autor em Portugal. Foi considerado pelo El Mundo, El País e El Heraldo, como melhor livro do ano. O livro é um relato autobiográfico do próprio escritor e a sua visão melancólica mas afectiva e ternurenta sobre o envelhecimento e ausência pela morte dos seus pais. Os capítulos lêem-se de um fôlego. Parece que estamos a ouvir um autor, um amigo que nos confessa as dores, as saudades, as alegrias que recorda dos seus pais. Ao sabor das páginas, questionamo-nos sobre: em que medida somos o espelho dos nossos pais? quais os pequenos gestos, atitudes, hábitos, expressões que adoptamos e só, muitas vezes, com a sua ausência consciencializamo-nos de como somos parecidos. que cor tem a nossa vida? muda com a idade? muda de tom? será que todas as famílias, os casais têm uma linguagem própria? O nosso Eu? Qual a palavra que nos define? Manuel Vilas lembra elogia o afecto, engrandece a memória e eleva o amor na ausência e solidão. Que não é única do escritor, é um livro que nos oferece a vontade de ouvir os mais-velhos, de estimar a partilha, de prezar as recordações. Um livro que nos leva a perguntar como gostaríamos de ser lembrados?. Adicionalmente, relembrou-me uma frase que uma vez uma pessoa que estimo muito, do alto da sua sabedoria e vivência, referiu: «dizem que só nos tornamos adultos quando os nossos pais morrem». Num dos clubes, houve alguém que acrescentou: «quando os pais morrem é quando estamos despertos para vida.» Queremos continuar a ler Manuel Vilas e dia 26 de Maio, é lançado o seu novo «E, de Repente, a Alegria», que é o caminho de coragem de vivência do presente para construção do futuro.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://desculpasparaler.com/2020/05/19/manuel-vilas-ao-quadrado/">Manuel Vilas ao quadrado</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://desculpasparaler.com">Desculpas para Ler</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Nas últimas semanas, participei em dois clubes de leitura e em ambos espalhei o afecto e o valor da memória com o livro «Em tudo havia beleza» de Manuel Vilas. </h2>



<p>No espaço de três semanas, apresentei o livro <a href="https://www.wook.pt/livro/em-tudo-havia-beleza-manuel-vilas/22817949?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«Em tudo havia beleza»</a> no <a href="https://desculpasparaler.com/2020/04/10/energia-em-forma-de-livro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube de Leitura Ler Ler</a> organizado pela Escrever Escrever e no <a href="https://www.facebook.com/abiblioterapeuta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">d&#8217; A Biblioterapeuta. </a></p>



<p>A razão de ter escolhido o livro para ler foi pedido em ambos. Apesar deste livro estar na minha <em>wish list</em> há bastante tempo, com a participação no também <a href="http://www.pnl2027.gov.pt/np4/clubedeleiturapnl2027.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube de Leitura do Plano Nacional de Leitura</a>, dinamizado via Goodreads, decidi que seria uma excelente oportunidade de o ler em conjunto e acompanhar os comentários e trocar opiniões com outros leitores. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O livro</h2>



<p>«Em tudo havia beleza», «Ordesa», título assumido em Espanha, é o primeiro romance a ser publicado pelo autor em Portugal. Foi considerado pelo El Mundo, El País e El Heraldo, como melhor livro do ano. </p>



<p>O livro é um relato autobiográfico do próprio escritor e a sua visão melancólica mas afectiva e ternurenta sobre o envelhecimento e ausência pela morte dos seus pais. Os capítulos  lêem-se de um fôlego. Parece que estamos a ouvir um autor, um amigo que nos confessa as dores, as saudades, as alegrias que recorda dos  seus pais. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Ao sabor das páginas, questionamo-nos sobre:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>em que medida somos o espelho dos nossos pais?</li><li>quais os pequenos gestos, atitudes, hábitos, expressões que adoptamos e só, muitas vezes, com a sua ausência consciencializamo-nos de como  somos parecidos.</li><li>que cor tem a nossa vida? muda com a idade? muda de tom? </li><li>será que todas as famílias, os casais têm uma linguagem própria? O nosso Eu? Qual a palavra que nos define? </li></ul>



<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/autor/manuel-vilas/980605?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">Manuel Vilas</a> lembra elogia o afecto, engrandece a memória e eleva o amor na ausência e solidão. Que não é única do escritor, é um livro que nos oferece a vontade de ouvir os mais-velhos, de estimar a partilha, de prezar as recordações. Um livro que nos leva a perguntar como gostaríamos de ser lembrados?.</p>



<p>Adicionalmente, relembrou-me uma frase que uma vez uma pessoa que estimo muito, do alto da sua sabedoria e vivência, referiu: «dizem que só nos tornamos adultos quando os nossos pais morrem». Num dos clubes, houve alguém que acrescentou: «quando os pais morrem é quando estamos despertos para vida.»</p>



<p>Queremos continuar a ler Manuel Vilas e dia 26 de Maio, é lançado o seu novo <a href="https://www.wook.pt/livro/e-de-repente-a-alegria-manuel-vilas/23935741?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«E, de Repente, a Alegria»</a>, que é o caminho de coragem de vivência do presente para construção do futuro. </p>



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		<title>Fábula de Sepúlveda ensina o valor da amizade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 09:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020 Abril]]></category>
		<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças, dedo no ar!]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia em que soubemos da morte do escritor chileno Luís Sepúlveda, escolhemos um livro para o homenagear. Desta vez, foi a «História de um gato e de um rato que se tornaram amigos», que explica a crianças e adultos o que é isso da amizade. Baseado numa história real, o livro «História de um gato e de um rato que se tornaram amigos» conta um episódio que um dos filhos de Luís Sepúlveda viveu. Decidi ler este livro com a minha filha de 11 anos à hora de deitar e percebi, que apesar de integrar o Plano Nacional de Leitura para uma faixa etária mais jovem, esta história é para todos, adultos e crianças. Sorrimos com os nomes Sem dúvida, as ilustrações deliciosas do Paulo Galindro acompanham as peripécias divertidas, capítulo após capítulo, do Max, o dono e o Mix, o gato. Os nomes das personagens marcam o som e o ritmo da história. Temos um Max e um Mix e um Mex, o que, por si só, relembra as cantilenas que fazemos em crianças. Experimenta dizer: Max, Mex, Mix, Mox, Mux&#8230;. é divertido. A descrição do gato também não nos é indiferente. A sua presença marca o espaço e o tempo. Vislumbramos a imponência do seu porte, sentimos o seu pelo fofo e macio e não nos sentimos indiferentes pelo afecto e ternura que ambos, dono e gato, sentem um pelo outro. Caso tenhamos um animal de estimação, podia ser a nossa própria história, a nossa própria rotina. Valores da amizade O livro conta episódios banais do dia à dia e são esses que o escritor nos leva a valorizar e a não descurar: a alegria de quando chegamos a casa, o calor repleto de conteúdo e de vontade, a companhia silenciosa e presente, o respeito pelo espaço e a entreajuda perante a dificuldade. Apesar de ser uma fábula, ou seja, os animais apresentam características humanas, Luís Sepúlveda partilha os princípios da amizade, de uma forma simples e divertida, sem grandes malabarismos. Esta é uma história, que pela sua simplicidade e clareza, pode ajudar crianças, jovens e adultos, a adquirir hábitos de leitura. Nos Ouvidos que Lêem &#8211; Contador de Histórias vais encontrar um excerto desta história.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">No dia em que soubemos da morte do escritor chileno Luís Sepúlveda, escolhemos um livro para o homenagear. Desta vez, foi a «História de um gato e de um rato que se tornaram amigos», que explica a crianças e adultos o que é isso da amizade.</h2>



<p>Baseado numa história real, o livro <a href="https://www.wook.pt/livro/historia-de-um-gato-e-de-um-rato-que-se-tornaram-amigos-luis-sepulveda/14762733?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«História de um gato e de um rato que se tornaram amigos»</a> conta um episódio que um dos filhos de <a href="https://www.wook.pt/autor/luis-sepulveda/6581?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luís Sepúlveda</a> viveu. Decidi ler este livro com a minha filha de 11 anos à hora de deitar e percebi, que apesar de integrar o Plano Nacional de Leitura para uma faixa etária mais jovem, esta história é para todos, adultos e crianças. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Sorrimos com os nomes</h2>



<p>Sem dúvida, as ilustrações deliciosas do Paulo Galindro acompanham as peripécias divertidas, capítulo após capítulo, do Max, o dono e o Mix, o gato.  Os nomes das personagens marcam o som e o ritmo da história. Temos um Max e um Mix e um Mex, o que, por si só, relembra as cantilenas que fazemos em crianças. Experimenta dizer: Max, Mex, Mix, Mox, Mux&#8230;. é divertido. </p>



<p>A descrição do gato também não nos é indiferente. A sua presença marca o espaço e o tempo. Vislumbramos a imponência do seu porte, sentimos o seu pelo fofo e macio e não nos sentimos indiferentes pelo afecto e ternura que ambos, dono e gato, sentem um pelo outro. Caso tenhamos um animal de estimação, podia ser a nossa própria história, a nossa própria rotina. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Valores da amizade</h2>



<p>O livro conta episódios banais do dia à dia e são esses que o escritor nos leva a valorizar e a não descurar: a alegria de quando chegamos a casa, o calor repleto de conteúdo e de vontade, a companhia silenciosa e presente, o respeito pelo espaço e a entreajuda perante a dificuldade. </p>



<p>Apesar de ser uma fábula, ou seja, os animais apresentam características humanas, Luís Sepúlveda partilha os princípios da amizade, de uma forma simples e divertida, sem grandes malabarismos. Esta é uma história, que pela sua simplicidade e clareza, pode ajudar crianças, jovens e adultos, a adquirir hábitos de leitura. </p>



<p>Nos <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/autor/luis-sepulveda/6581?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">Ouvidos que Lêem &#8211; Contador de Histórias </a>vais encontrar um excerto desta história. </p>



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		<title>Papa Livros &#8211; O que andámos a ler em Abril 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2020 16:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020]]></category>
		<category><![CDATA[2020 Abril]]></category>
		<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cegámos com um Prémio Nobel português, Sepúlveda ensinou-nos o valor da amizade e descobrimos toda a beleza com Manuel Vilas. #11#2020#livrosdeabril Cegámos com a lucidez das palavras com o Prémio Nobel português: #12#2020#livrosdeabril Aprendemos sobre a amizade aqui: #13#2020#livrosdeabril Descobrimos toda a beleza do escritor espanhol aqui:</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Cegámos com um Prémio Nobel português, Sepúlveda ensinou-nos o valor da amizade e descobrimos toda a beleza com Manuel Vilas. </h2>



<h2 class="wp-block-heading">#11#2020#livrosdeabril</h2>



<p>Cegámos com a lucidez das palavras com o Prémio Nobel português:</p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="I21oqKIwmq"><a href="https://desculpasparaler.com/2020/04/21/a-quarentena-da-cegueira/">A quarentena da cegueira</a></blockquote><iframe title="&#8220;A quarentena da cegueira&#8221; &#8212; Desculpas para Ler" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://desculpasparaler.com/2020/04/21/a-quarentena-da-cegueira/embed/#?secret=I21oqKIwmq" data-secret="I21oqKIwmq" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">#12#2020#livrosdeabril</h2>



<p>Aprendemos sobre a amizade aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-desculpas-para-ler"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="LcKiXmqinu"><a href="https://desculpasparaler.com/2020/05/04/fabula-de-sepulveda-ensina-o-valor-da-amizade/">Fábula de Sepúlveda ensina o valor da amizade</a></blockquote><iframe title="&#8220;Fábula de Sepúlveda ensina o valor da amizade&#8221; &#8212; Desculpas para Ler" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://desculpasparaler.com/2020/05/04/fabula-de-sepulveda-ensina-o-valor-da-amizade/embed/#?secret=LcKiXmqinu" data-secret="LcKiXmqinu" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">#13#2020#livrosdeabril</h2>



<p>Descobrimos toda a beleza do escritor espanhol aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-desculpas-para-ler"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Ra70kuSlIk"><a href="https://desculpasparaler.com/2020/05/19/manuel-vilas-ao-quadrado/">Manuel Vilas ao quadrado</a></blockquote><iframe title="&#8220;Manuel Vilas ao quadrado&#8221; &#8212; Desculpas para Ler" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://desculpasparaler.com/2020/05/19/manuel-vilas-ao-quadrado/embed/#?secret=Ra70kuSlIk" data-secret="Ra70kuSlIk" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<title>A quarentena da cegueira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 16:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020 Abril]]></category>
		<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; Comprei o livro &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; na Feira do Livro de Lisboa de 2015, após recomendação de uma amiga. Só 4 anos depois, comecei a ler, no momento em que José Saramago, foi escolhido pelo Clube de Leitura do qual faço parte. Fiquei-me pelas primeiras 40 páginas, pois o livro &#8220;Todos os nomes&#8221; também do mesmo autor, criava expectativas inusitadas e acabou por ganhar a batalha do lugar da minha cabeceira. O &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; passou rapidamente para segundo plano. Com a quarentena obrigatória que vivemos, decidi pegar no livro novamente. Não o fiz, porque tivesse nos tops dos autores mais procurados. Sou um pouco imune às tendências. A verdade é que me recordava que nessas 40 páginas, as palavras quarentena, isolamento, contágio, urgência social, crise sanitária estarem bem presentes e fazerem eco no momento actual. Descobri também a resistência de ler o livro: a cegueira e a sua ténue inevitabilidade em familiar próximo impedia-me de separar os dois cenários, realidade e ficção. Diferenças entre realidade e ficção Contudo, era de uma realidade ficcionada e de uma ficção realista que envolvia as primeiras semanas de quarentena. Por um lado, o evoluir da situação na trama daquele conjunto de cegos e da respectiva propagação do «mal-branco» e por outro, as manhãs de telejornais amaldiçoadas pela velocidade galopante de propagação do coronavírus por todo o mundo. Ansiei por chegar ao final do livro para perceber se a humanidade tinha ou tem futuro na ficção para dar força e voz à confiança, que a nossa voz interior terá de decorar para voltarmos a abrir a porta de casa. Neste livro de Saramago, as personagens não têm nomes, não há a Maria nem o José, não é necessário. Mais uma vez, o autor é sublime em caracterizar as personagens &#8211; a mulher do médico, o médico, o primeiro cego, o velho da venda preta, entre outros -, para conseguirmos imaginar a sua personalidade e características físicas. De facto, um nome não define uma pessoa, mas uma pessoa define um nome. Fala-se do desconhecido e sobretudo, do amanhã. Como será? Imaginamos o horror do desconhecido e da desconfiança atrás da porta. Fala-se da importância das notícias, procura-se a verdade. Vive-se de expectativas e em ansiedade permanente. Fala-se de governação, de gestão de crise, do caos. Percebe-se a desorganização social, o desaire económico e a tentativa de procurar como e quando o equilíbrio poderá voltar a surgir. Fala-se de compaixão. Das emoções e ações que nos unem. Fala-se de Nós. Não existe os Outros. No fim, fala-se de esperança. Descubra este e outros livros do autor no site da wook ou da livraria bertrand.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O livro &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221;</h2>



<p>Comprei o livro &#8220;<a href="https://www.wook.pt/livro/ensaio-sobre-a-cegueira-jose-saramago/15825486?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ensaio sobre a Cegueira</a>&#8221; na Feira do Livro de Lisboa de 2015, após recomendação de uma amiga. Só 4 anos depois, comecei a ler, no momento em que José Saramago, foi escolhido pelo Clube de Leitura do qual faço parte. Fiquei-me pelas primeiras 40 páginas, pois o livro &#8220;Todos os nomes&#8221; também do mesmo autor, criava expectativas inusitadas e acabou por ganhar a batalha do lugar da minha cabeceira. O &#8220;Ensaio sobre a Cegueira&#8221; passou rapidamente para segundo plano.</p>



<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/thought-catalog-_9pbhtJINFg-unsplash-2.jpg" alt="" class="wp-image-1019" width="222" height="147"/></figure></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p>Com a quarentena obrigatória que vivemos, decidi pegar no livro novamente. Não o fiz, porque tivesse nos tops dos autores mais procurados. Sou um pouco imune às tendências. A verdade é que me recordava que nessas 40 páginas, <strong>as palavras quarentena, isolamento, contágio, urgência social, crise sanitária estarem bem presentes e fazerem eco no momento actual. </strong>Descobri também a resistência de ler o livro: a cegueira e a sua ténue inevitabilidade em familiar próximo impedia-me de separar os dois cenários, realidade e ficção. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças entre realidade e ficção</h2>



<p><strong>Contudo, era de uma realidade ficcionada e de uma ficção realista que envolvia as primeiras semanas de quarentena. </strong>Por um lado, o evoluir da situação na trama daquele conjunto de cegos e da respectiva propagação do «mal-branco» e por outro, as manhãs de telejornais amaldiçoadas pela velocidade galopante de propagação do coronavírus por todo o mundo. Ansiei por chegar ao final do livro para perceber se a humanidade tinha ou tem futuro na ficção para dar força e voz à confiança, que a nossa voz interior terá de decorar para voltarmos a abrir a porta de casa.</p>
</div></div>



<p>Neste livro de Saramago, as personagens não têm nomes, não há a Maria nem o José, não é necessário. Mais uma vez, o autor é sublime em caracterizar as personagens &#8211; a mulher do médico, o médico, o primeiro cego, o velho da venda preta, entre outros -, para conseguirmos imaginar a sua personalidade e características físicas. De facto, um nome não define uma pessoa, mas uma pessoa define um nome. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/pawel-szvmanski-WE8XvDZh4GE-unsplash.jpg" alt="" class="wp-image-1020" width="286" height="190"/></figure></div>



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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Fala-se do desconhecido e sobretudo, do amanhã. Como será? Imaginamos o horror do desconhecido e da desconfiança atrás da porta.  </p><p>Fala-se da importância das notícias, procura-se a verdade. Vive-se de expectativas e em ansiedade permanente. </p><p>Fala-se de governação, de gestão de crise, do caos. Percebe-se a desorganização social, o desaire económico e a tentativa de procurar como e quando o equilíbrio poderá voltar a surgir. </p><p>Fala-se de compaixão. Das emoções e ações que nos unem. </p><p>Fala-se de Nós. Não existe os Outros. </p><p><strong>No fim, fala-se de esperança.</strong></p></blockquote>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<p> Descubra este e outros livros do autor no site da <a href="https://www.wook.pt/autor/jose-saramago/2316?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">wook </a>ou da <a href="https://www.bertrand.pt/pesquisa/saramago?a_aid=5e95d4d4985df" target="_blank" rel="noreferrer noopener">livraria bertrand</a>.                         </p>
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