A voz da contracapa,  Crianças, dedo no ar!

Onde o vento sopra.

Saiba as razões porque Gosto de vento e adoro quando ele sopra!

Vento que sabe a sala de aula.

Quando oiço a palavra Vento, penso sempre naquela ilustração de um vento humanizado de barbas, que soprava fortemente para agitar as caravelas do Vasco da Gama no Cabo das Tormentas. Estas ilustrações cabiam no livro de Português e davam ritmo às aulas quando líamos Os Lusíadas de Camões.

Adoro a palavra catavento.

Sempre gostei do Vento. Além da recordação de sala de aula, quando se viaja por Portugal, é pitoresco olharmos os cataventos (palavra que adoro), usualmente em forma de galo, que orientam toscamente o Norte pelos telhados perdidos de uma planície ou de um planalto.

O papagaio de papel tem algo de mágico.

Sempre quis ter um papagaio de papel… mas nunca tive. Achava mágico a cor e a delícia de observar pais e filhos a tentarem manejar algo tão simples que luta contra a força, por vezes, feroz do vento. Lembrei-me da palavra “guerrear” que a minha Avó usava muitas vezes… e é o que acho deste combate!

Sabe a bola de berlim.

Lembra a praia na infância… dias ventosos, em que o açúcar da tradicional bola de Berlim com o seu recheio, era pintalgada pela areia da praia, quando um soprar mais forte sugava o doce da bola.

Chama o Outono.

Sou uma pessoa de Outono. Gosto dos tons. Gosto da folha de plátano que inunda o Campo Pequeno na chegada do outono e despe as árvores para o inverno. Lembra a infância em que saltávamos de molho em molho para nos entretermos com o restolhar mais altivo.

Os gigantes do vento

Não sei, o vosso caso mas sempre quis saber quantos metros me separam daqueles “moinhos” ou “torres” que produzem a energia eólica. Alguém sabe quantos metros têm?

Os moinhos do Oeste.

Também lembra os moinhos, característicos de algumas paisagens, como do meu saudoso Oeste, no qual imagino sempre uma história com os moleiros e a preparação da farinha para preparar o pão mal cozido e suculento…

Moinhos por entre montes e vales e lojas que à beira da estrada, indicam o Norte com cata-ventos coloridos, anunciando a brisa fresca e salgada das praias da Ericeira. Sempre ventoso, o passeio entre a praia do Sul e dos Pescadores, não ofusca a beleza do amanhecer e do pôr-do-sol. Os polares que se vestem nessas noites de Verão, confortam os corpos cansados de sal, as sestas dormentes embaladas pelo som das ondas alternados com a preguiça de leituras de verão afagadas pela brisa.

Com o vento em mente, deixamos algumas sugestões de leitura:  

Recomendações do Plano Nacional de Leitura:

Recomendações para Maiores de 18:

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