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	<title>Clube de Leitura &#8211; Desculpas para Ler</title>
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	<description>Leia para ter sempre uma boa desculpa!</description>
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	<title>Clube de Leitura &#8211; Desculpas para Ler</title>
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		<title>Desculpas para Ler junta o Romance e a Pintura em Zoom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 22:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas ao Leitor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«Rua de Paris em Dia de Chuva», o romance da escritora Isabel Rio Novo que acaba de ser lançado pela Dom Quixote, é o ponto de partida para três conversas fascinantes sobre o poder da arte. A ideia é do projeto editorial Desculpas para Ler, que convidou dois pintores portugueses a comentarem esta obra que retrata a história de amor entre um pintor impressionista e uma autora contemporânea.As conversas terão lugar na aplicação de videoconferência zoom. Nas primeiras duas sessões, orientadas por Rita França Ferreira, do @DesculpasparaLer, os artistas Diogo Muñoz e Sofia Simões comentarão partes do livro.A terceira sessão contará ainda com a presença da autora, Isabel Rio Novo. «O impressionismo é a corrente de pintura que mais aprecio. Gostaria de ter seguido história de arte, na verdade. E por isso, esta iniciativa de falar de arte, tendo presenta a visão de leitores com domínio da arte da pintura, é fascinante. Junto-me eu, enquanto leitora e amante das duas artes. E ainda a Isabel Rio Novo, que finalmente “avaliará” as nossas emoções e sensações sobre o que escreveu. Será que ficará surpreendida pela forma como percebemos “que a arte podia tocar na vida, a vida real, concreta, tangível“?», refere Rita França Ferreira, responsável pelo projeto @DesculpasparaLer. As datas das sessões decorrem em Julho, nas seguintes semanas, através a aplicação Zoom: 1ª sessão – na semana de 6 de julho, dia a confirmar 2ª sessão – na semana de 13 de julho, dia a confirmar 3ª sessão – 23 de julho com a presença da autora, em horário a definir Em breve, o projeto @DesculpasparaLer disponibilizará mais informações, de forma a que os amantes de pintura (mas não leitores) possam descobrir a escrita, bem como os leitores não pintores possam ouvir o livro através da visão de pintores. Pretende-se que os amantes das duas artes possam deliciar-se na busca de novos sentidos. “A visão dos outros enriquece-nos e é esse o nosso objetivo”, refere Rita França Ferreira. &#160; Sofia Simões é licenciada em Pintura Decorativa e Restauração. Estudou Desenho e Pintura na Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Tem feito pinturas decorativas e restaurado pinturas em casas particulares, igrejas, monumentos e hotéis, em Portugal, Espanha e Estados Unidos.Diogo Muñoz é formado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Já expôs o seu trabalho em países como Portugal, Espanha, Inglaterra, Escócia, Itália, Suíça, Angola, Brasil, EUA, RAE de Macau e China, em exposições individuais e coletivas.Isabel Rio Novo nasceu e cresceu no Porto, onde fez mestrado em História da Cultura Portuguesa e se doutorou em Literatura Comparada. Leciona história da arte, estudos literários, escrita criativa e é autora de várias publicações nessas áreas. Como ficcionista está representada em antologias de contos e colabora com ensaios e textos de ficção na revistas&#160;Granta,&#160;Egoísta,&#160;LER&#160;e&#160;Colóquio/Letras. É autora da narrativa fantástica&#160;O Diabo Tranquilo&#160;(2004), da novela&#160;A Caridade&#160;(2005, Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes), do livro de contos&#160;Histórias com Santos&#160;(2014) e dos romances&#160;Rio do Esquecimento&#160;(2016, finalista do Prémio LeYa e semifinalista do Prémio Oceanos),&#160;Madalena&#160;(inédito, Prémio Literário João Gaspar Simões) e&#160;A Febre das Almas Sensíveis&#160;(2018, finalista do Prémio LeYa). Beneficiou recentemente de uma Bolsa de Criação Literária atribuída pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), de que resultou a escrita do seu quarto romance.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.wook.pt/livro/rua-de-paris-em-dia-de-chuva-isabel-rio-novo/23897314?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«Rua de Paris em Dia de Chuva»</a>, o romance da escritora Isabel Rio Novo que acaba de ser lançado pela Dom Quixote, é o ponto de partida para três conversas fascinantes sobre o poder da arte.</h3>



<p>A ideia é do projeto editorial Desculpas para Ler, que convidou dois pintores portugueses a comentarem esta obra que retrata a história de amor entre um pintor impressionista e uma autora contemporânea.<br>As conversas terão lugar na aplicação de videoconferência <em>zoom</em>. Nas primeiras duas sessões, orientadas por <a rel="noreferrer noopener" href="https://desculpasparaler.com/sobre-mim-rita-f/" target="_blank">Rita França Ferreira</a>, do @DesculpasparaLer, os artistas <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/diogomunozartistaplastico/" target="_blank">Diogo Muñoz</a> e <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/SofiaSimoesPintora/" target="_blank">Sofia Simões</a> comentarão partes do livro.<br>A terceira sessão contará ainda com a presença da autora, Isabel Rio Novo.<br><br>«O impressionismo é a corrente de pintura que mais aprecio. Gostaria de ter seguido história de arte, na verdade. E por isso, esta iniciativa de falar de arte, tendo presenta a visão de leitores com domínio da arte da pintura, é fascinante. Junto-me eu, enquanto leitora e amante das duas artes. E ainda a Isabel Rio Novo, que finalmente “avaliará” as nossas emoções e sensações sobre o que escreveu. Será que ficará surpreendida pela forma como percebemos “que a arte podia tocar na vida, a vida real, concreta, tangível“?», refere Rita França Ferreira, responsável pelo projeto @DesculpasparaLer.</p>



<p>As datas das sessões decorrem em Julho, nas seguintes semanas, através a aplicação Zoom:</p>



<p>1ª sessão – na semana de 6 de julho, dia a confirmar</p>



<p>2ª sessão – na semana de 13 de julho, dia a confirmar</p>



<p>3ª sessão – 23 de julho com a presença da autora, em horário a definir</p>



<p>Em breve, o projeto @DesculpasparaLer disponibilizará mais informações, de forma a que os amantes de pintura (mas não leitores) possam descobrir a escrita, bem como os leitores não pintores possam ouvir o livro através da visão de pintores. Pretende-se que os amantes das duas artes possam deliciar-se na busca de novos sentidos. “A visão dos outros enriquece-nos e é esse o nosso objetivo”, refere Rita França Ferreira. &nbsp;</p>



<p><strong><u>Sofia Simões</u></strong> é licenciada em Pintura Decorativa e Restauração. Estudou Desenho e Pintura na Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Tem feito pinturas decorativas e restaurado pinturas em casas particulares, igrejas, monumentos e hotéis, em Portugal, Espanha e Estados Unidos.<br><strong><u>Diogo Muñoz</u></strong> é formado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Já expôs o seu trabalho em países como Portugal, Espanha, Inglaterra, Escócia, Itália, Suíça, Angola, Brasil, EUA, RAE de Macau e China, em exposições individuais e coletivas.<br><strong><u>Isabel Rio Novo</u></strong> nasceu e cresceu no Porto, onde fez mestrado em História da Cultura Portuguesa e se doutorou em Literatura Comparada. Leciona história da arte, estudos literários, escrita criativa e é autora de várias publicações nessas áreas. Como ficcionista está representada em antologias de contos e colabora com ensaios e textos de ficção na revistas&nbsp;Granta,&nbsp;Egoísta,&nbsp;LER&nbsp;e&nbsp;Colóquio/Letras. É autora da narrativa fantástica&nbsp;O Diabo Tranquilo&nbsp;(2004), da novela&nbsp;A Caridade&nbsp;(2005, Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes), do livro de contos&nbsp;Histórias com Santos&nbsp;(2014) e dos romances&nbsp;Rio do Esquecimento&nbsp;(2016, finalista do Prémio LeYa e semifinalista do Prémio Oceanos),&nbsp;Madalena&nbsp;(inédito, Prémio Literário João Gaspar Simões) e&nbsp;A Febre das Almas Sensíveis&nbsp;(2018, finalista do Prémio LeYa). Beneficiou recentemente de uma Bolsa de Criação Literária atribuída pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), de que resultou a escrita do seu quarto romance.</p>



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		<title>Uma Poeta Viva fala sobre o ritmo da sua canção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2020 23:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADN do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Europeu da Música convidámos Joana Aires Pereira partilha a música que canta no seu coração. A música inspira a palavra, pinta a vida e cultiva acordes que criam memórias. Dia Europeu da Música. 21 de Junho. Data estrategicamente escolhida por marcar o dia tradicional do solstício de verão, permitindo aos músicos sair para a rua e atuar em praças e parques. Para muitos a música é uma parte essencial da vida. Sózinho ou acompanhado: ouvir, cantar ou tocar, faz parte do seu dia a dia.&#160; Falar de música Falar de música, para mim, é falar de palavras. É enaltecer o poder da palavra escrita. É dar valor à letra da música, ao poema que a compõe. Letra é poesia. Música é letra. Portanto, música é poesia. Assim, este Dia da Música é também: dia da poesia e da nossa língua; dia da escrita e do cantor; dia das artes criativas e culturais. Música é cultura. Música é inspiração.&#160; «A poesia entra na nossa vida com a música, por onde entra também a palavra», disse Raquel Marinho, na passada sessão do Clube dos Poetas Vivos, em conversa com a Teresa Coutinho, sobre o tema “Letrista é Poeta”.&#160; A música da vida Há músicas que viveram ao nosso lado, que nos formaram, ajudando-nos e ensinando-nos a descobrir e a construir quem hoje somos. A música caminha de mãos dadas connosco, ao longo da vida. Há letras de canções que nos lembram pessoas, outras recordam lugares, outras ainda trazem à memória tempos marcantes, minutos vividos intensamente. Todos temos uma música especial, um cantor especial, uma letra significativa. As músicas e as suas letras, marcam as nossas décadas, onde deixámos as nossas pegadas. Olhamos para trás e lá estão: as notas e os acordes a vibrar ritmo nos corpos, nos passos de dança. Há letras que ainda hoje nos acompanham, no lado A. Outras ficaram no lado B, o lado de lá. Dessas: metade gostamos de relembrar, outra metade preferimos não tocar.&#160; A cultura da música Apetece-me perguntar: o que é que antes de ser cantado já o era? E respondo: a palavra. Antes de ser iluminada pelo acorde, já existia. Muda. Mas viva! A Música é uma espécie de musa das palavras. Música é para os ouvidos mas também para os olhos. Música não é só melodia, são palavras escritas. Sem palavras, arranjos, metáforas e ritmos não há canção, não há música, não há fechar os olhos e ouvir. Bem sei, dirão alguns: há música sem letras, música só com acordes, estudados ou improvisados. Mas, música para mim integra palavras. Quando ouço a palavra música, vejo palavras escritas, sinto letras, trauteio ritmos e rimas, saboreio metáforas, articulando a língua portuguesa ou espanhola, inglesa ou brasileira, francesa ou italiana. A música relaxa ou distrai. É soporífero num SPA e excitante numa discoteca. Calma para ler, escrever ou trabalhar ou animada para dançarmos divertidos num concerto. Faz companhia na condução, no exercício físico ou numa viajem. Pode significar alegria e paixão, enroladas num abraço. Música é cultura. Palavra e poesia são cultura. Música é poesia. Música é escrever letras, que são poemas para os ouvidos e para a vida. Música, somos nós. Artigos relacionados: Conheça a Joana Aires Pereira, uma das &#8220;partners in crime&#8221; do Desculpas para Ler. Descubra o projecto «Palavra de 40tena». Conheça o Clube Poetas Vivos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">No <strong>Dia Europeu da Música</strong> convidámos <a rel="noreferrer noopener" href="https://desculpasparaler.com/partners-in-crime-unidas-leitura-escrita/" target="_blank">Joana Aires Pereira</a> partilha a música que canta no seu coração. A música inspira a palavra, pinta a vida e cultiva acordes que criam memórias.</h3>



<h4 class="wp-block-heading">Dia Europeu da <strong>Música</strong>. 21 de Junho. </h4>



<p>Data estrategicamente escolhida por marcar o dia tradicional do solstício de verão, permitindo aos músicos sair para a rua e atuar em praças e parques. Para muitos a <strong>música</strong> é uma parte essencial da vida. Sózinho ou acompanhado: ouvir, cantar ou tocar, faz parte do seu dia a dia.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Falar de música</h4>



<p>Falar de <strong>música</strong>, para mim, é falar de palavras. É enaltecer o poder da palavra escrita. É dar valor à letra da <strong>música</strong>, ao poema que a compõe. Letra é poesia. <strong>Música</strong> é letra. Portanto, <strong>música</strong> é poesia. Assim, este Dia da <strong>Música</strong> é também: dia da poesia e da nossa língua; dia da escrita e do cantor; dia das artes criativas e culturais. <strong>Música</strong> é cultura. <strong>Música </strong>é inspiração.&nbsp;</p>



<p>«A poesia entra na nossa vida com a <strong>música</strong>, por onde entra também a palavra», disse <a href="https://www.instagram.com/opoemaensinaacair/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Raquel Marinho</a>, na passada sessão do <a href="https://www.instagram.com/tndmii/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube dos Poetas Vivos</a>, em conversa com a Teresa Coutinho, sobre o tema “Letrista é Poeta”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">A música da vida</h4>



<p>Há <strong>músicas</strong> que viveram ao nosso lado, que nos formaram, ajudando-nos e ensinando-nos a descobrir e a construir quem hoje somos. A <strong>música</strong> caminha de mãos dadas connosco, ao longo da vida. Há letras de canções que nos lembram pessoas, outras recordam lugares, outras ainda trazem à memória tempos marcantes, minutos vividos intensamente. Todos temos uma <strong>música</strong> especial, um cantor especial, uma letra significativa. As <strong>músicas</strong> e as suas letras, marcam as nossas décadas, onde deixámos as nossas pegadas. Olhamos para trás e lá estão: as notas e os acordes a vibrar ritmo nos corpos, nos passos de dança. Há letras que ainda hoje nos acompanham, no lado A. Outras ficaram no lado B, o lado de lá. Dessas: metade gostamos de relembrar, outra metade preferimos não tocar.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">A cultura da música</h4>



<p>Apetece-me perguntar: o que é que antes de ser cantado já o era? E respondo: a palavra. Antes de ser iluminada pelo acorde, já existia. Muda. Mas viva! A <strong>Música</strong> é uma espécie de musa das palavras. <strong>Música</strong> é para os ouvidos mas também para os olhos. <strong>Música</strong> não é só melodia, são palavras escritas. Sem palavras, arranjos, metáforas e ritmos não há canção, não há <strong>música</strong>, não há fechar os olhos e ouvir. Bem sei, dirão alguns: há <strong>música</strong> sem letras, <strong>música</strong> só com acordes, estudados ou improvisados. Mas, <strong>música</strong> para mim integra palavras. Quando ouço a palavra <strong>música</strong>, vejo palavras escritas, sinto letras, trauteio ritmos e rimas, saboreio metáforas, articulando a língua portuguesa ou espanhola, inglesa ou brasileira, francesa ou italiana.</p>



<p>A <strong>música</strong> relaxa ou distrai. É soporífero num <em>SPA </em>e excitante numa discoteca. Calma para ler, escrever ou trabalhar ou animada para dançarmos divertidos num concerto. Faz companhia na condução, no exercício físico ou numa viajem. Pode significar alegria e paixão, enroladas num abraço.</p>



<p><strong>Música</strong> é cultura. Palavra e poesia são cultura. <strong>Música </strong>é poesia. <strong>Música</strong> é escrever letras, que são poemas para os ouvidos e para a vida. <strong>Música</strong>, somos nós.</p>



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		<title>Manuel Vilas ao quadrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 18:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2020 Abril]]></category>
		<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, participei em dois clubes de leitura e em ambos espalhei o afecto e o valor da memória com o livro «Em tudo havia beleza» de Manuel Vilas. No espaço de três semanas, apresentei o livro «Em tudo havia beleza» no Clube de Leitura Ler Ler organizado pela Escrever Escrever e no d&#8217; A Biblioterapeuta. A razão de ter escolhido o livro para ler foi pedido em ambos. Apesar deste livro estar na minha wish list há bastante tempo, com a participação no também Clube de Leitura do Plano Nacional de Leitura, dinamizado via Goodreads, decidi que seria uma excelente oportunidade de o ler em conjunto e acompanhar os comentários e trocar opiniões com outros leitores. O livro «Em tudo havia beleza», «Ordesa», título assumido em Espanha, é o primeiro romance a ser publicado pelo autor em Portugal. Foi considerado pelo El Mundo, El País e El Heraldo, como melhor livro do ano. O livro é um relato autobiográfico do próprio escritor e a sua visão melancólica mas afectiva e ternurenta sobre o envelhecimento e ausência pela morte dos seus pais. Os capítulos lêem-se de um fôlego. Parece que estamos a ouvir um autor, um amigo que nos confessa as dores, as saudades, as alegrias que recorda dos seus pais. Ao sabor das páginas, questionamo-nos sobre: em que medida somos o espelho dos nossos pais? quais os pequenos gestos, atitudes, hábitos, expressões que adoptamos e só, muitas vezes, com a sua ausência consciencializamo-nos de como somos parecidos. que cor tem a nossa vida? muda com a idade? muda de tom? será que todas as famílias, os casais têm uma linguagem própria? O nosso Eu? Qual a palavra que nos define? Manuel Vilas lembra elogia o afecto, engrandece a memória e eleva o amor na ausência e solidão. Que não é única do escritor, é um livro que nos oferece a vontade de ouvir os mais-velhos, de estimar a partilha, de prezar as recordações. Um livro que nos leva a perguntar como gostaríamos de ser lembrados?. Adicionalmente, relembrou-me uma frase que uma vez uma pessoa que estimo muito, do alto da sua sabedoria e vivência, referiu: «dizem que só nos tornamos adultos quando os nossos pais morrem». Num dos clubes, houve alguém que acrescentou: «quando os pais morrem é quando estamos despertos para vida.» Queremos continuar a ler Manuel Vilas e dia 26 de Maio, é lançado o seu novo «E, de Repente, a Alegria», que é o caminho de coragem de vivência do presente para construção do futuro.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Nas últimas semanas, participei em dois clubes de leitura e em ambos espalhei o afecto e o valor da memória com o livro «Em tudo havia beleza» de Manuel Vilas. </h2>



<p>No espaço de três semanas, apresentei o livro <a href="https://www.wook.pt/livro/em-tudo-havia-beleza-manuel-vilas/22817949?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«Em tudo havia beleza»</a> no <a href="https://desculpasparaler.com/2020/04/10/energia-em-forma-de-livro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube de Leitura Ler Ler</a> organizado pela Escrever Escrever e no <a href="https://www.facebook.com/abiblioterapeuta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">d&#8217; A Biblioterapeuta. </a></p>



<p>A razão de ter escolhido o livro para ler foi pedido em ambos. Apesar deste livro estar na minha <em>wish list</em> há bastante tempo, com a participação no também <a href="http://www.pnl2027.gov.pt/np4/clubedeleiturapnl2027.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube de Leitura do Plano Nacional de Leitura</a>, dinamizado via Goodreads, decidi que seria uma excelente oportunidade de o ler em conjunto e acompanhar os comentários e trocar opiniões com outros leitores. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O livro</h2>



<p>«Em tudo havia beleza», «Ordesa», título assumido em Espanha, é o primeiro romance a ser publicado pelo autor em Portugal. Foi considerado pelo El Mundo, El País e El Heraldo, como melhor livro do ano. </p>



<p>O livro é um relato autobiográfico do próprio escritor e a sua visão melancólica mas afectiva e ternurenta sobre o envelhecimento e ausência pela morte dos seus pais. Os capítulos  lêem-se de um fôlego. Parece que estamos a ouvir um autor, um amigo que nos confessa as dores, as saudades, as alegrias que recorda dos  seus pais. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Ao sabor das páginas, questionamo-nos sobre:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>em que medida somos o espelho dos nossos pais?</li><li>quais os pequenos gestos, atitudes, hábitos, expressões que adoptamos e só, muitas vezes, com a sua ausência consciencializamo-nos de como  somos parecidos.</li><li>que cor tem a nossa vida? muda com a idade? muda de tom? </li><li>será que todas as famílias, os casais têm uma linguagem própria? O nosso Eu? Qual a palavra que nos define? </li></ul>



<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/autor/manuel-vilas/980605?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">Manuel Vilas</a> lembra elogia o afecto, engrandece a memória e eleva o amor na ausência e solidão. Que não é única do escritor, é um livro que nos oferece a vontade de ouvir os mais-velhos, de estimar a partilha, de prezar as recordações. Um livro que nos leva a perguntar como gostaríamos de ser lembrados?.</p>



<p>Adicionalmente, relembrou-me uma frase que uma vez uma pessoa que estimo muito, do alto da sua sabedoria e vivência, referiu: «dizem que só nos tornamos adultos quando os nossos pais morrem». Num dos clubes, houve alguém que acrescentou: «quando os pais morrem é quando estamos despertos para vida.»</p>



<p>Queremos continuar a ler Manuel Vilas e dia 26 de Maio, é lançado o seu novo <a href="https://www.wook.pt/livro/e-de-repente-a-alegria-manuel-vilas/23935741?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener">«E, de Repente, a Alegria»</a>, que é o caminho de coragem de vivência do presente para construção do futuro. </p>



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		<title>Conte comigo&#8230; quantas vezes já disse «é desta que leio isto»?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Desculpas para ler]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 00:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«É Desta Que Leio Isto» é o nome do clube de leitura da MadreMedia que promete encontros descontraídos com boas leituras. Encontrámo-nos virtualmente com Elisa Baltazar, moderadora do novo clube de leitura, «É Desta Que Leio Isto», que terá o primeiro encontro, no dia 14 de maio, às 18:30. A fase de pandemia que atravessamos incentivou a procura de conteúdos, a possibilidade de experimentarmos novos hobbies ou/e, até mesmo, lermos o livro sempre adiado, que dorme na nossa cabeceira. O clube de leitura «É Desta Que Leio Isto» quer responder de uma forma informal a esta procura, incentivando a leitura e envolver pessoas, com e/ou sem hábitos de leitura, numa conversa aberta e descontraída sobre livros. Foram nos clássicos que recaíram as primeiras escolhas e consideram incluir autores contemporâneos em futuras discussões. Com carinho e afecto, a primeira aventura será com o livro «O Velho Que Lia Romances de Amor» de Luis Sepúlveda. O autor, que nos deixou recentemente, vítima da doença COVID-19, será lembrado pela discussão do seu livro e pela presença do seu editor, Manuel Alberto Valente, responsável por toda a obra publicada por Luis Sepúlveda em Portugal. Curiosamente, o primeiro romance que editou foi a obra escolhida pelo clube, que como refere Elisa, &#8220;tem várias camadas&#8221; e por isso, a torna atual na sua intemporalidade. Não só destaca a ação do homem sobre a natureza, como desperta para a importância da leitura, com graciosidade e inocência. Não é despropositada, a analogia &#8220;Falar-Escrever (é a mesma coisa)&#8221;, que consta no prefácio da mais recente edição da Porto Editora de «O Velho Que Lia Romances de Amor», como relembrou o editor numa conversa com João Dinis, da MadreMedia, e Elisa Baltazar co-fundadora do projeto de escrita &#8220;O Primeiro Capítulo&#8220;, dois dos dinamizadores do clube. Com periodicidade quinzenal, o clube é gratuito e aberto a todos, mediante a inscrição através de formulário. Depois, é só acompanhar e participar na troca de ideias sobre as obras literárias e sobre livros, autores e histórias no grupo de Facebook já ativo. Todos são bem-vindos&#8230; até os mais distantes das leituras. Para continuar ou ganhar balanço, o «É Desta Que Leio Isto» deixa já a data e obra do segundo encontro que será no dia 28 de maio, às 18h30 com o clássico de George Orwell, «1984». Vá, sacuda o pó dos livros e sinta-se acompanhado nesta aventura! Vemo-nos dia 14 de Maio, às 18:30? A ver se é desta que lemos!</p>
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<h2 class="wp-block-heading">«É Desta Que Leio Isto» é o nome do clube de leitura da MadreMedia que promete encontros descontraídos com boas leituras. </h2>



<p>Encontrámo-nos virtualmente com Elisa Baltazar, moderadora do novo clube de leitura, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/groups/657378544807355/about/" target="_blank">«É Desta Que Leio Isto»</a>, que terá o primeiro encontro, no dia 14 de maio, às 18:30. </p>



<p>A fase de pandemia que atravessamos incentivou a procura de conteúdos, a possibilidade de experimentarmos novos <em>hobbies</em> ou/e, até mesmo, lermos o livro sempre adiado, que dorme na nossa cabeceira. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/05/96285049_2903601323050737_2422398865324900352_o.jpg" alt="" class="wp-image-1637" width="268" height="134" srcset="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/05/96285049_2903601323050737_2422398865324900352_o.jpg 1440w, https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/05/96285049_2903601323050737_2422398865324900352_o-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /><figcaption>Clube de Leitura</figcaption></figure></div>



<p>O clube de leitura «É Desta Que Leio Isto» quer responder de uma forma informal a esta procura, incentivando a leitura e envolver pessoas, com e/ou sem hábitos de leitura, numa conversa aberta e descontraída sobre livros.  Foram nos clássicos que recaíram as primeiras escolhas e consideram incluir autores contemporâneos em futuras discussões.  </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-1640" width="231" height="329"/><figcaption>«O velho que lia romances de amor», de Luís Sepúlveda</figcaption></figure></div>



<p>Com carinho e afecto, a primeira aventura será com o livro <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/livro/o-velho-que-lia-romances-de-amor-luis-sepulveda/219857?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">«O Velho Que Lia Romances de Amor»</a> de <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/autor/luis-sepulveda/6581?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">Luis Sepúlveda</a>. O autor, que nos deixou recentemente, vítima da doença COVID-19, será lembrado pela discussão do seu livro e pela presença do seu editor, Manuel Alberto Valente, responsável por toda a obra publicada por Luis Sepúlveda em Portugal. Curiosamente, o primeiro romance que editou foi a obra escolhida pelo clube, que como refere Elisa, &#8220;tem várias camadas&#8221; e por isso, a torna atual na sua intemporalidade. Não só destaca a ação do homem sobre a natureza, como desperta para a importância da leitura, com graciosidade e inocência. Não é despropositada, a analogia &#8220;Falar-Escrever (é a mesma coisa)&#8221;, que consta no prefácio da mais recente edição da Porto Editora de «O Velho Que Lia Romances de Amor», como relembrou o editor numa <a rel="noreferrer noopener" href="https://24.sapo.pt/vida/artigos/e-desta-que-leio-isto-quem-melhor-para-falar-de-luis-sepulveda-do-que-o-editor-de-luis-sepulveda?fbclid=IwAR2FKBElYZt9D3YUpTAtYq1cjK7aZwea6wEAf66RUIK60q-M8H4mFKxiRhg" target="_blank">conversa</a> com João Dinis, da MadreMedia, e Elisa Baltazar co-fundadora do projeto de escrita &#8220;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/oprimeirocapitulopodcast/" target="_blank">O Primeiro Capítulo</a>&#8220;, dois dos dinamizadores do clube. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large is-resized"><a href="https://www.wook.pt/livro/1984-george-orwell/192908?a_aid=5e8f8ddf73b81"><img decoding="async" src="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-1641" width="185" height="265"/></a><figcaption>«1984», de George Orwell</figcaption></figure></div>



<p>Com periodicidade quinzenal, o clube é gratuito e aberto a todos, mediante a inscrição através de <a rel="noreferrer noopener" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScaSc3HNPvH46ogH6tKuxvRCcXV7CrOifHO5X5SMh9lcC_I2A/viewform" target="_blank">formulário</a>. Depois, é só acompanhar e participar na troca de ideias sobre as obras literárias e sobre livros, autores e histórias no <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/groups/657378544807355/" target="_blank">grupo de Facebook</a> já ativo. Todos são bem-vindos&#8230; até os mais distantes das leituras. Para continuar ou ganhar balanço, o <a href="https://www.facebook.com/groups/657378544807355/">«É Desta Que Leio Isto»</a> deixa já a data e obra do segundo encontro que será no dia 28 de maio, às 18h30 com o clássico de George Orwell, <a href="https://www.wook.pt/livro/1984-george-orwell/?a_aid=5e8f8ddf73b81">«1984»</a>.</p>



<p>Vá, sacuda o pó dos livros e sinta-se acompanhado nesta aventura! Vemo-nos dia 14 de Maio, às 18:30? A ver se é desta que lemos! </p>



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		<title>Energia em forma de clube!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 17:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«Preciso de livros e cadernos para respirar. Ler e escrever faz parte do meu dia, se não o fizer, não o aproveita em pleno. Estou sempre a anotar: um poema ou ideia para mais um conto».  Quem o diz, é Joana Aires Pereira Leitão, 45 anos, casada e com duas filhas, apaixonada pelas palavras e pela cor de uma boa história. Joana dedica-se à escrita e à leitura e convida-nos a espreitar os diferentes encontros de leitura que a cidade de Lisboa oferece e que são a energia para quem precisa da beleza das palavras para se sentir completo. Ler&#124;Ler Ocorre na primeira quarta feira do mês, na Biblioteca Camões, na Baixa de Lisboa e tem a duração 1h30 (18h30 &#8211; 20h00). Qualquer pessoa é livre de se juntar. Cada dia tem um tema e são lidos trechos de livros que melhor retratam a ideia que se está a explorar. Como o nome indica, vamos ler. O convite é feito a todos os participantes: cada um lê uma parte pré-definida de um livro existente na biblioteca ou escolhido pela moderadora (Cristina ou Conceição) ou melhor ainda, seleccionado por nós &#8211; levando de nossa casa. No final de cada leitura, comentamos, se quisermos, com a nossa opinião. Somos livres de ler ou não, comentar ou não, podemos apenas estar presentes no círculo de cadeiras mesmo não lendo, se assim o preferirmos. O espaço está aberto gratuitamente a todas as idades. Ultimamente tenho até levado as minhas filhas (9 e 13 anos), não só é bom para elas como também os restantes participantes, que já vou conhecendo, se alegram com a presença juvenil. Não gosto de falhar nenhuma sessão, adoro ler e estes encontros são inspiradores, são o meu momento. O momento em que reencontro caras conhecidas, o momento em que relembro ou tenho o primeiro contacto com escritores, poetas, textos ou prosas. Estas quartas estão para mim como a eletricidade para uma lâmpada. Clube dos Poetas Vivos Decorre no átrio do Teatro Nacional D. Maria II, na primeira terça feira de cada mês e tem a duração de 1h (19h &#8211; 20h). Cada encontro vive da presença de um poeta convidado. Com moderação de Teresa Coutinho, diversos atores, incluindo a moderadora, lêem poemas do presente poeta, seguindo-se uma entrevista e questões da plateia. Ouvir poemas afasta-nos do mundo real, transportando-nos para um planeta em que está tudo bem, mais triste ou eufórico fazendo jus às palavras poéticas, mas onde se respira ritmo e pensamento calmo. A presença do poeta realça a magia do momento, ao podermos ouvir a sua voz e não só evocar os seus escritos. Ao podermos questionar porquê e não só imaginarmos ou supormos. Estes finais de tarde iluminam as minhas semanas e inspiram-me em diferentes atitudes e desafios. É fantástico descobrirmos poetas e poemas, explorarmos métricas e histórias. Em tempos de quarentena, a sessão faz-se, sem poeta vivo, mas ouvindo, em direto no Instagram, todas as terças das 17h às 19h, poetas vivos ou mortos, declamados pelos nossos conceituados atores incluindo a maravilhosa Teresa. Quem quiser é livre de intervir no final da sessão, lendo um poema. Essa tarde, só por existir, já fez valer a pena “ficar em casa”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>«Preciso de livros e cadernos para respirar. Ler e escrever faz parte do meu dia, se não o fizer, não o aproveita em pleno. Estou sempre a anotar: um poema ou ideia para mais um conto».  Quem o diz, é <a href="https://desculpasparaler.com/partners-in-crime-unidas-leitura-escrita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Joana Aires Pereira Leitão</a>, 45 anos, casada e com duas filhas, apaixonada pelas palavras e pela cor de uma boa história. </p>



<p>Joana dedica-se à escrita e à leitura e convida-nos a espreitar os diferentes encontros de leitura que a cidade de Lisboa oferece e que são a energia para quem precisa da beleza das palavras para se sentir completo.  </p>



<p><a href="http://www.escreverescrever.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ler|Ler</a></p>



<p>Ocorre na primeira quarta feira do mês, na Biblioteca Camões, na Baixa de Lisboa e tem a duração 1h30 (18h30 &#8211; 20h00). Qualquer pessoa é livre de se juntar. </p>



<p>Cada dia tem um tema e são lidos trechos de livros que melhor retratam a ideia que se está a explorar. Como o nome indica, vamos ler. O convite é feito a todos os participantes: cada um lê uma parte pré-definida de um livro existente na biblioteca ou escolhido pela moderadora (Cristina ou Conceição) ou melhor ainda, seleccionado por nós &#8211; levando de nossa casa. </p>



<p>No final de cada leitura, comentamos, se quisermos, com a nossa opinião. Somos livres de ler ou não, comentar ou não, podemos apenas estar presentes no círculo de cadeiras mesmo não lendo, se assim o preferirmos. </p>



<p>O espaço está aberto gratuitamente a todas as idades. Ultimamente tenho até levado as minhas filhas (9 e 13 anos), não só é bom para elas como também os restantes participantes, que já vou conhecendo, se alegram com a presença juvenil. Não gosto de falhar nenhuma sessão, adoro ler e estes encontros são inspiradores, são o meu momento. O momento em que reencontro caras conhecidas, o momento em que relembro ou tenho o primeiro contacto com escritores, poetas, textos ou prosas. Estas quartas estão para mim como a eletricidade para uma lâmpada.</p>



<div class="wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow"><div class="wp-block-group__inner-container"></div></div>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="http://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3.jpg" alt="" class="wp-image-987" width="127" height="131" srcset="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3.jpg 641w, https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3-600x622.jpg 600w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" /><figcaption>Na sessão de 3 de dezembro de 2019, a minha filha foi convidada a sentar-se na mesa com o poeta convidado,  Alberto Pimenta e  Teresa Coutinho.</figcaption></figure></div>
</div></div>



<p><a href="https://www.tndm.pt/pt/calendario/clube-dos-poetas-vivos-andre-tecedeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube dos Poetas Vivos</a></p>



<p class="has-text-align-right">Decorre no átrio do Teatro Nacional D. Maria II, na primeira terça feira de cada mês e tem a duração de 1h (19h &#8211; 20h). Cada encontro vive da presença de um poeta convidado. Com moderação de Teresa Coutinho, diversos atores, incluindo a moderadora, lêem poemas do presente poeta, seguindo-se uma entrevista e questões da plateia. </p>



<p class="has-text-align-right">Ouvir poemas afasta-nos do mundo real, transportando-nos para um planeta em que está tudo bem, mais triste ou eufórico fazendo jus às palavras poéticas, mas onde se respira ritmo e pensamento calmo. A presença do poeta realça a magia do momento, ao podermos ouvir a sua voz e não só evocar os seus escritos. Ao podermos questionar porquê e não só imaginarmos ou supormos. Estes finais de tarde iluminam as minhas semanas e inspiram-me em diferentes atitudes e desafios. </p>



<p>É fantástico descobrirmos poetas e poemas, explorarmos métricas e histórias. </p>



<p>Em tempos de quarentena, a sessão faz-se, sem poeta vivo, mas ouvindo, em direto no <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/explore/tags/clubedospoetasvivos/" target="_blank">Instagram</a>, todas as terças das 17h às 19h, poetas vivos ou mortos, declamados pelos nossos conceituados atores incluindo a maravilhosa Teresa. Quem quiser é livre de intervir no final da sessão, lendo um poema. Essa tarde, só por existir, já fez valer a pena “ficar em casa”.</p>



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