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	<title>Joana Aires Pereira Leitao &#8211; Desculpas para Ler</title>
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	<description>Leia para ter sempre uma boa desculpa!</description>
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	<title>Joana Aires Pereira Leitao &#8211; Desculpas para Ler</title>
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		<title>«O Tempo Avança por Sílabas», a nossa opinião</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 09:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por sílabas avança também o nosso querido poeta, cuja voz, de obra para obra, não nos desilude. Antes de me pronunciar sobre este livro, importa congratular João Luís Barreto Guimarães que, aos 53 anos de vida mundana e 30 de vida literária, recebe o prémio Willow Run Poetry  Book, atribuído pela primeira vez a um autor de origem não americana. «O Tempo Avança Por Sílabas», lançado em Fevereiro de 2019, é uma antologia de cem poemas, escolhidos pelo autor, anteriormente revelados nos dez livros que publicou entre 1989 – «Há Violinos na Tribo» &#8211; e 2018 – «Nómada». Esta antologia deve ser consumida com calma e espírito aberto à boa disposição. Se não tem muito tempo livre à sua frente, das duas uma: ou começa a ler mais tarde e não dorme ou lê agora e pode cometer uma distração noutra atividade paralela, dado que ao iniciar o virar de página não vai conseguir parar, o vício da página seguinte será mais forte que a sua fome ou mesmo uma necessidade física. «O Tempo Avança Por Sílabas» transporta-nos ao tempo de histórias, memórias e atalhos de pensamentos, que avança e recua como a conjugação dos verbos, por pessoas e sílabas, de ações e acontecimentos. Sílabas tónicas musicais, biográficas e melancólicas, sílabas átonas, irónicas, magnéticas e reflexivas. Momentos que avançam frenéticos pela cidade ou que param para um energético café. Minutos de observação interior ou apenas de um objeto chávena de café. Capturas imagéticas do trabalho da cidade, dos transeuntes, em aceleração ou em pausa numa mesa, à janela de um café. A nostalgia do mar e das viagens, dos hotéis e das bagagens. Devaneios isolados, incómodos do quotidiano ou tristezas desesperadas pela partida de algo ou alguém.  Traços silábicos do hoje, do ontem e talvez do amanhã. A obra da viagem da vida, da mão que escreve, da mão que se despede, da mão que segura o braço, sentindo o outro, num abraço.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://desculpasparaler.com/2021/04/20/o-tempo-avanca-por-silabas-a-nossa-opiniao/">«O Tempo Avança por Sílabas», a nossa opinião</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://desculpasparaler.com">Desculpas para Ler</a>.</p>
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<p>Por sílabas avança também o nosso querido poeta, cuja voz, de obra para obra, não nos desilude. Antes de me pronunciar sobre este livro, importa congratular<a href="https://www.wook.pt/autor/joao-luis-barreto-guimaraes/31973?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> João Luís Barreto Guimarães</a> que, aos 53 anos de vida mundana e 30 de vida literária, recebe o prémio <em>Willow Run Poetry  Book</em>, atribuído pela primeira vez a um autor de origem não americana.</p>



<p>«O Tempo Avança Por Sílabas», lançado em Fevereiro de 2019, é uma antologia de cem poemas, escolhidos pelo autor, anteriormente revelados nos dez livros que publicou entre 1989 – «Há Violinos na Tribo» &#8211; e 2018 – «Nómada».</p>



<p>Esta antologia deve ser consumida com calma e espírito aberto à boa disposição. Se não tem muito tempo livre à sua frente, das duas uma: ou começa a ler mais tarde e não dorme ou lê agora e pode cometer uma distração noutra atividade paralela, dado que ao iniciar o virar de página não vai conseguir parar, o vício da página seguinte será mais forte que a sua fome ou mesmo uma necessidade física.</p>



<p>«O Tempo Avança Por Sílabas» transporta-nos ao tempo de histórias, memórias e atalhos de pensamentos, que avança e recua como a conjugação dos verbos, por pessoas e sílabas, de ações e acontecimentos. Sílabas tónicas musicais, biográficas e melancólicas, sílabas átonas, irónicas, magnéticas e reflexivas. Momentos que avançam frenéticos pela cidade ou que param para um energético café. Minutos de observação interior ou apenas de um objeto chávena de café. Capturas imagéticas do trabalho da cidade, dos transeuntes, em aceleração ou em pausa numa mesa, à janela de um café. A nostalgia do mar e das viagens, dos hotéis e das bagagens. Devaneios isolados, incómodos do quotidiano ou tristezas desesperadas pela partida de algo ou alguém.  Traços silábicos do hoje, do ontem e talvez do amanhã.</p>



<p>A obra da viagem da vida, da mão que escreve, da mão que se despede, da mão que segura o braço, sentindo o outro, num abraço.</p>
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		<title>Impossível resistir a mais este amor de Javier Marías</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 11:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivem, agora,&#160; entre as páginas de um mesmo livro todos os contos que Javier Marías escreveu entre 1975 e 2005. Obra intitulada «Não mais amores», foi lançada em Portugal em Novembro de 2020. O autor de quem falamos nasceu em 1951 e é vencedor de vários prémios literários atribuídos em diferentes países tais como Espanha, Itália, América Latina, para nomear alguns. Contos fantásticos e de submundo São vinte e seis contos que nos levam ao mundo fantasmagórico, doentio e criminal. Ao longo de 408 páginas, os relatos mantém a ordem do não normal dos assassínios, das perseguições e das vidas desviantes dos menos assalariados. As personagens, essas, por vezes ouvimos falar delas mais que uma vez, em contextos de quotidianos diferentes. Como em qualquer obra e com qualquer autor, há histórias que nos cativam e envolvem mais do que outras que nos distraem para fora das linhas. O lado descritivo No desenrolar das narrativas descobrimos o lado descritivo do autor, por vezes em demasia, de personagens e cenários. Se umas vezes nos cansa a leitura, por outras cria-nos espaços tão definidos que não existe lugar para a nossa imaginação. A facilidade de leitura Para o leitor apaixonado por este género literário, «Não mais amores» terá que fazer parte da biblioteca. Livros de contos têm sempre a vantagem de poder ser lidos facilmente, mais que uma vez e na primeira leitura rumarmos à aventura, consoante o tempo e disponibilidade mental. Podemos começar pelos maiores ou pelos mais curtos, por ordem de apresentação ou por ordem de número de páginas. A escolha é aleatória de acordo com a nossa preferência e não imposta como, por exemplo, nos romances. Vários destinos num único livro Folhear estas páginas é como percorrer as ruas de Madrid ou banhar-nos nas Cánarias; ouvir histórias de outros ou ler em voz alta para alguém ausente; experienciar o nervoso que antecede uma audição ou resolver um crime em que perdemos um amigo. Javier Marías presenteia-nos uma panóplia de acontecimentos e emoções mescladas entre espaços e tempos tão diversos para onde só um livro tem a capacidade de nos transportar.</p>
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<p>Vivem, agora,&nbsp; entre as páginas de um mesmo livro todos os contos que Javier Marías escreveu entre 1975 e 2005. Obra intitulada «Não mais amores», foi lançada em Portugal em Novembro de 2020. O autor de quem falamos nasceu em 1951 e é vencedor de vários prémios literários atribuídos em diferentes países tais como Espanha, Itália, América Latina, para nomear alguns. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Contos fantásticos e de submundo</h3>



<p>São vinte e seis contos que nos levam ao mundo fantasmagórico, doentio e criminal. Ao longo de 408 páginas, os relatos mantém a ordem do não normal dos assassínios, das perseguições e das vidas desviantes dos menos assalariados. As personagens, essas, por vezes ouvimos falar delas mais que uma vez, em contextos de quotidianos diferentes. Como em qualquer obra e com qualquer autor, há histórias que nos cativam e envolvem mais do que outras que nos distraem para fora das linhas. </p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado descritivo</h3>



<p>No desenrolar das narrativas descobrimos o lado descritivo do autor, por vezes em demasia, de personagens e cenários. Se umas vezes nos cansa a leitura, por outras cria-nos espaços tão definidos que não existe lugar para a nossa imaginação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A facilidade de leitura </h3>



<p> Para o leitor apaixonado por este género literário, «Não mais amores» terá que fazer parte da biblioteca. <strong>Livros de contos têm sempre a vantagem de poder ser lidos facilmente, mais que uma vez e na primeira leitura rumarmos à aventura, consoante o tempo e disponibilidade mental. </strong>Podemos começar pelos maiores ou pelos mais curtos, por ordem de apresentação ou por ordem de número de páginas. <strong>A escolha é aleatória de acordo com a nossa preferência e não imposta como, por exemplo, nos romances. </strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vários destinos num único livro</h3>



<p>Folhear estas páginas é como percorrer as ruas de Madrid ou banhar-nos nas Cánarias; ouvir histórias de outros ou ler em voz alta para alguém ausente; experienciar o nervoso que antecede uma audição ou resolver um crime em que perdemos um amigo.</p>



<p>Javier Marías presenteia-nos uma panóplia de acontecimentos e emoções mescladas entre espaços e tempos tão diversos para onde só um livro tem a capacidade de nos transportar.</p>



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<p></p>
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		<title>Uma Poeta Viva fala sobre o ritmo da sua canção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2020 23:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ADN do autor]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Europeu da Música convidámos Joana Aires Pereira partilha a música que canta no seu coração. A música inspira a palavra, pinta a vida e cultiva acordes que criam memórias. Dia Europeu da Música. 21 de Junho. Data estrategicamente escolhida por marcar o dia tradicional do solstício de verão, permitindo aos músicos sair para a rua e atuar em praças e parques. Para muitos a música é uma parte essencial da vida. Sózinho ou acompanhado: ouvir, cantar ou tocar, faz parte do seu dia a dia.&#160; Falar de música Falar de música, para mim, é falar de palavras. É enaltecer o poder da palavra escrita. É dar valor à letra da música, ao poema que a compõe. Letra é poesia. Música é letra. Portanto, música é poesia. Assim, este Dia da Música é também: dia da poesia e da nossa língua; dia da escrita e do cantor; dia das artes criativas e culturais. Música é cultura. Música é inspiração.&#160; «A poesia entra na nossa vida com a música, por onde entra também a palavra», disse Raquel Marinho, na passada sessão do Clube dos Poetas Vivos, em conversa com a Teresa Coutinho, sobre o tema “Letrista é Poeta”.&#160; A música da vida Há músicas que viveram ao nosso lado, que nos formaram, ajudando-nos e ensinando-nos a descobrir e a construir quem hoje somos. A música caminha de mãos dadas connosco, ao longo da vida. Há letras de canções que nos lembram pessoas, outras recordam lugares, outras ainda trazem à memória tempos marcantes, minutos vividos intensamente. Todos temos uma música especial, um cantor especial, uma letra significativa. As músicas e as suas letras, marcam as nossas décadas, onde deixámos as nossas pegadas. Olhamos para trás e lá estão: as notas e os acordes a vibrar ritmo nos corpos, nos passos de dança. Há letras que ainda hoje nos acompanham, no lado A. Outras ficaram no lado B, o lado de lá. Dessas: metade gostamos de relembrar, outra metade preferimos não tocar.&#160; A cultura da música Apetece-me perguntar: o que é que antes de ser cantado já o era? E respondo: a palavra. Antes de ser iluminada pelo acorde, já existia. Muda. Mas viva! A Música é uma espécie de musa das palavras. Música é para os ouvidos mas também para os olhos. Música não é só melodia, são palavras escritas. Sem palavras, arranjos, metáforas e ritmos não há canção, não há música, não há fechar os olhos e ouvir. Bem sei, dirão alguns: há música sem letras, música só com acordes, estudados ou improvisados. Mas, música para mim integra palavras. Quando ouço a palavra música, vejo palavras escritas, sinto letras, trauteio ritmos e rimas, saboreio metáforas, articulando a língua portuguesa ou espanhola, inglesa ou brasileira, francesa ou italiana. A música relaxa ou distrai. É soporífero num SPA e excitante numa discoteca. Calma para ler, escrever ou trabalhar ou animada para dançarmos divertidos num concerto. Faz companhia na condução, no exercício físico ou numa viajem. Pode significar alegria e paixão, enroladas num abraço. Música é cultura. Palavra e poesia são cultura. Música é poesia. Música é escrever letras, que são poemas para os ouvidos e para a vida. Música, somos nós. Artigos relacionados: Conheça a Joana Aires Pereira, uma das &#8220;partners in crime&#8221; do Desculpas para Ler. Descubra o projecto «Palavra de 40tena». Conheça o Clube Poetas Vivos</p>
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<h3 class="wp-block-heading">No <strong>Dia Europeu da Música</strong> convidámos <a rel="noreferrer noopener" href="https://desculpasparaler.com/partners-in-crime-unidas-leitura-escrita/" target="_blank">Joana Aires Pereira</a> partilha a música que canta no seu coração. A música inspira a palavra, pinta a vida e cultiva acordes que criam memórias.</h3>



<h4 class="wp-block-heading">Dia Europeu da <strong>Música</strong>. 21 de Junho. </h4>



<p>Data estrategicamente escolhida por marcar o dia tradicional do solstício de verão, permitindo aos músicos sair para a rua e atuar em praças e parques. Para muitos a <strong>música</strong> é uma parte essencial da vida. Sózinho ou acompanhado: ouvir, cantar ou tocar, faz parte do seu dia a dia.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Falar de música</h4>



<p>Falar de <strong>música</strong>, para mim, é falar de palavras. É enaltecer o poder da palavra escrita. É dar valor à letra da <strong>música</strong>, ao poema que a compõe. Letra é poesia. <strong>Música</strong> é letra. Portanto, <strong>música</strong> é poesia. Assim, este Dia da <strong>Música</strong> é também: dia da poesia e da nossa língua; dia da escrita e do cantor; dia das artes criativas e culturais. <strong>Música</strong> é cultura. <strong>Música </strong>é inspiração.&nbsp;</p>



<p>«A poesia entra na nossa vida com a <strong>música</strong>, por onde entra também a palavra», disse <a href="https://www.instagram.com/opoemaensinaacair/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Raquel Marinho</a>, na passada sessão do <a href="https://www.instagram.com/tndmii/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube dos Poetas Vivos</a>, em conversa com a Teresa Coutinho, sobre o tema “Letrista é Poeta”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">A música da vida</h4>



<p>Há <strong>músicas</strong> que viveram ao nosso lado, que nos formaram, ajudando-nos e ensinando-nos a descobrir e a construir quem hoje somos. A <strong>música</strong> caminha de mãos dadas connosco, ao longo da vida. Há letras de canções que nos lembram pessoas, outras recordam lugares, outras ainda trazem à memória tempos marcantes, minutos vividos intensamente. Todos temos uma <strong>música</strong> especial, um cantor especial, uma letra significativa. As <strong>músicas</strong> e as suas letras, marcam as nossas décadas, onde deixámos as nossas pegadas. Olhamos para trás e lá estão: as notas e os acordes a vibrar ritmo nos corpos, nos passos de dança. Há letras que ainda hoje nos acompanham, no lado A. Outras ficaram no lado B, o lado de lá. Dessas: metade gostamos de relembrar, outra metade preferimos não tocar.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">A cultura da música</h4>



<p>Apetece-me perguntar: o que é que antes de ser cantado já o era? E respondo: a palavra. Antes de ser iluminada pelo acorde, já existia. Muda. Mas viva! A <strong>Música</strong> é uma espécie de musa das palavras. <strong>Música</strong> é para os ouvidos mas também para os olhos. <strong>Música</strong> não é só melodia, são palavras escritas. Sem palavras, arranjos, metáforas e ritmos não há canção, não há <strong>música</strong>, não há fechar os olhos e ouvir. Bem sei, dirão alguns: há <strong>música</strong> sem letras, <strong>música</strong> só com acordes, estudados ou improvisados. Mas, <strong>música</strong> para mim integra palavras. Quando ouço a palavra <strong>música</strong>, vejo palavras escritas, sinto letras, trauteio ritmos e rimas, saboreio metáforas, articulando a língua portuguesa ou espanhola, inglesa ou brasileira, francesa ou italiana.</p>



<p>A <strong>música</strong> relaxa ou distrai. É soporífero num <em>SPA </em>e excitante numa discoteca. Calma para ler, escrever ou trabalhar ou animada para dançarmos divertidos num concerto. Faz companhia na condução, no exercício físico ou numa viajem. Pode significar alegria e paixão, enroladas num abraço.</p>



<p><strong>Música</strong> é cultura. Palavra e poesia são cultura. <strong>Música </strong>é poesia. <strong>Música</strong> é escrever letras, que são poemas para os ouvidos e para a vida. <strong>Música</strong>, somos nós.</p>



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			</item>
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		<title>Lenço, coração, ação!</title>
		<link>https://desculpasparaler.com/2020/04/19/lenco-coracao-acao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lenco-coracao-acao</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2020 20:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A voz da contracapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«Encontrei-te nas Páginas de um Livro» é a voz da contracapa sugerida por Joana Leitão, colaboradora regular do Desculpas para ler. Uma história diferente, pesadamente apaixonada e muito emocional. Um livro que não repousa numa mesa muitos dias. Dada a sua originalidade e enredo, os nossos olhos precisam do encontro com essas páginas até sentir o último parágrafo. Um encontro inesperado num evento emocional, mudou a vida de duas pessoas para sempre. “Que diferente é fazer a mala antes de começar uma viagem do que quando é preciso regressar! À ida devemos escolher entre todos os nossos pertences. Entre o que temos arrastado durante toda a vida, os que acumulámos, os que nos são úteis, os que não são e os que nem sabíamos que tínhamos… De entre toda a roupa, esta. E de entre os óculos e os relógios, estes. E as pomadas, quais levamos? De entre todos os livros, um. Escolher precisamente, um, este, é injusto para os outros autores e histórias que terão de continuar à espera na estante até que chegue a sua vez… À hora do regresso, nada. Preparar a mala é como um espirro. O inventário é rápido; ao meio-dia expulsam-nos. Certifica-mo-nos de que não esquecemos de nada na casa de banho, no armário do quarto ou numas gavetas que há em cima do mini bar: sempre que as abrimos, sentimos um forte cheiro a madeira, como se ninguém as tivesse aberto durante séculos. Pegamos no pijama que está entre os lençóis, metemos tudo na mala, atabalhoadamente, e vamos para casa. As recordações não se metem na mala nem se facturam. E os larápios dos aeroportos não podem ficar com elas.” Um romance com respirações ofegantes e batimentos cardíacos relaxantes, de ir às lágrimas e de sorrisos inesquecíveis, de confortos e inseguranças.“Os degraus, desiguais, não acolhiam bem os passos. Ou faziam escorregar ou eram demasiado estreitos ou demasiado altos, mas não havia dois iguais. Os anos e o desgaste tinham-nos convertido em traidores, dos que falham quando menos se espera.” Uma história que mistura rotinas monótonas do quotidiano e momentos únicos e marcantes, daqueles que nos fazem o coração sair pela boca ao recordá-los. “Da rua podia parecer um restaurante qualquer. Contudo, assim que se atravessava a porta giratória, entrava-se num paraíso de cheiros e de ruídos, amplificado pelos enormes espelhos que havia em todas as paredes. Jean-Pierre, que deixou o cachimbo descansar no bolso do blazer, quis que Paulina fosse a primeira a entrar. Por galanteria, mas, sobretudo, para não lhe tapar a vista quando desse a primeira olhadela. O chão era um tabuleiro de xadrez com quadrados grandes e reluzentes… dividimos um bife à Chateaubriand com molho bearnês? eu não vou comer muito, mas acho ótimo. Não tenho muito apetite. Paulina sentia os nervos no estômago.” Deixo apenas um alerta: se for sensível acompanhe-se de um lenço, para que as suas lágrimas não derretam as páginas deste livro que merece um lugar eterno na prateleira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.wook.pt/livro/encontrei-te-nas-paginas-de-um-livro-xavier-bosch/21521154?a_aid=5e8f8ddf73b81" target="_blank">«Encontrei-te nas Páginas de um Livro»</a> é a voz da contracapa sugerida por Joana Leitão, colaboradora regular do Desculpas para ler. </p>



<p>Uma história diferente, pesadamente apaixonada e muito emocional. Um livro que não repousa numa mesa muitos dias. Dada a sua originalidade e enredo, os nossos olhos precisam do encontro com essas páginas até sentir o último parágrafo. Um encontro inesperado num evento emocional, mudou a vida de duas pessoas para sempre. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Que diferente é fazer a mala antes de começar uma viagem do que quando é preciso regressar! À ida devemos escolher entre todos os nossos pertences. Entre o que temos arrastado durante toda a vida, os que  acumulámos, os que nos são úteis, os que não são e os que nem sabíamos que tínhamos… De entre toda a roupa, esta. E de entre os óculos e os relógios, estes. E as pomadas, quais levamos? De entre todos os livros, um. Escolher precisamente, um, este, é injusto para os outros autores e histórias que terão de continuar à espera na estante até que chegue a sua vez… À hora do regresso, nada. Preparar a mala é como um espirro. O inventário é rápido; ao meio-dia expulsam-nos. Certifica-mo-nos de que não esquecemos de nada na casa de banho, no armário do quarto ou numas gavetas que há em cima do mini bar: sempre que as abrimos, sentimos um forte cheiro a madeira, como se ninguém as tivesse aberto durante séculos. Pegamos no pijama que está entre os lençóis, metemos tudo na mala, atabalhoadamente, e vamos para casa. As recordações não se metem na mala nem se facturam. E os larápios dos aeroportos não podem ficar com elas.” </p></blockquote>



<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/Wook_encontreitenacapadeumlivro-1.jpg" alt="" class="wp-image-1013" width="251" height="375"/></figure></div>



<p>Um romance com respirações ofegantes e batimentos cardíacos relaxantes, de ir às lágrimas e de sorrisos inesquecíveis, de confortos e inseguranças.<br>“Os degraus, desiguais, não acolhiam bem os passos. Ou faziam escorregar ou eram demasiado estreitos ou demasiado altos, mas não havia dois iguais. Os anos e o desgaste tinham-nos convertido em traidores, dos que falham quando menos se espera.” Uma história que mistura rotinas monótonas do quotidiano e momentos únicos e marcantes, daqueles que nos fazem o coração sair pela boca ao recordá-los. </p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Da rua podia parecer um restaurante qualquer. Contudo, assim que se atravessava a porta giratória, entrava-se num paraíso de cheiros e de ruídos, amplificado pelos enormes espelhos que havia em todas as paredes. Jean-Pierre, que deixou o cachimbo descansar no bolso do blazer, quis que Paulina fosse a primeira a entrar. Por galanteria, mas, sobretudo, para não lhe tapar a vista quando desse a primeira olhadela. O chão era um tabuleiro de xadrez com quadrados grandes e reluzentes… </p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>dividimos um bife à Chateaubriand com molho bearnês?</p><p>eu não vou comer muito, mas acho ótimo. Não tenho muito apetite. Paulina sentia os nervos no estômago.”</p></blockquote>
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<p>Deixo apenas um alerta: se for sensível acompanhe-se de um lenço, para que as suas lágrimas não derretam as páginas deste livro que merece um lugar eterno na prateleira.</p>



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		<title>Energia em forma de clube!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Aires Pereira Leitao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 17:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>«Preciso de livros e cadernos para respirar. Ler e escrever faz parte do meu dia, se não o fizer, não o aproveita em pleno. Estou sempre a anotar: um poema ou ideia para mais um conto».  Quem o diz, é Joana Aires Pereira Leitão, 45 anos, casada e com duas filhas, apaixonada pelas palavras e pela cor de uma boa história. Joana dedica-se à escrita e à leitura e convida-nos a espreitar os diferentes encontros de leitura que a cidade de Lisboa oferece e que são a energia para quem precisa da beleza das palavras para se sentir completo. Ler&#124;Ler Ocorre na primeira quarta feira do mês, na Biblioteca Camões, na Baixa de Lisboa e tem a duração 1h30 (18h30 &#8211; 20h00). Qualquer pessoa é livre de se juntar. Cada dia tem um tema e são lidos trechos de livros que melhor retratam a ideia que se está a explorar. Como o nome indica, vamos ler. O convite é feito a todos os participantes: cada um lê uma parte pré-definida de um livro existente na biblioteca ou escolhido pela moderadora (Cristina ou Conceição) ou melhor ainda, seleccionado por nós &#8211; levando de nossa casa. No final de cada leitura, comentamos, se quisermos, com a nossa opinião. Somos livres de ler ou não, comentar ou não, podemos apenas estar presentes no círculo de cadeiras mesmo não lendo, se assim o preferirmos. O espaço está aberto gratuitamente a todas as idades. Ultimamente tenho até levado as minhas filhas (9 e 13 anos), não só é bom para elas como também os restantes participantes, que já vou conhecendo, se alegram com a presença juvenil. Não gosto de falhar nenhuma sessão, adoro ler e estes encontros são inspiradores, são o meu momento. O momento em que reencontro caras conhecidas, o momento em que relembro ou tenho o primeiro contacto com escritores, poetas, textos ou prosas. Estas quartas estão para mim como a eletricidade para uma lâmpada. Clube dos Poetas Vivos Decorre no átrio do Teatro Nacional D. Maria II, na primeira terça feira de cada mês e tem a duração de 1h (19h &#8211; 20h). Cada encontro vive da presença de um poeta convidado. Com moderação de Teresa Coutinho, diversos atores, incluindo a moderadora, lêem poemas do presente poeta, seguindo-se uma entrevista e questões da plateia. Ouvir poemas afasta-nos do mundo real, transportando-nos para um planeta em que está tudo bem, mais triste ou eufórico fazendo jus às palavras poéticas, mas onde se respira ritmo e pensamento calmo. A presença do poeta realça a magia do momento, ao podermos ouvir a sua voz e não só evocar os seus escritos. Ao podermos questionar porquê e não só imaginarmos ou supormos. Estes finais de tarde iluminam as minhas semanas e inspiram-me em diferentes atitudes e desafios. É fantástico descobrirmos poetas e poemas, explorarmos métricas e histórias. Em tempos de quarentena, a sessão faz-se, sem poeta vivo, mas ouvindo, em direto no Instagram, todas as terças das 17h às 19h, poetas vivos ou mortos, declamados pelos nossos conceituados atores incluindo a maravilhosa Teresa. Quem quiser é livre de intervir no final da sessão, lendo um poema. Essa tarde, só por existir, já fez valer a pena “ficar em casa”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>«Preciso de livros e cadernos para respirar. Ler e escrever faz parte do meu dia, se não o fizer, não o aproveita em pleno. Estou sempre a anotar: um poema ou ideia para mais um conto».  Quem o diz, é <a href="https://desculpasparaler.com/partners-in-crime-unidas-leitura-escrita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Joana Aires Pereira Leitão</a>, 45 anos, casada e com duas filhas, apaixonada pelas palavras e pela cor de uma boa história. </p>



<p>Joana dedica-se à escrita e à leitura e convida-nos a espreitar os diferentes encontros de leitura que a cidade de Lisboa oferece e que são a energia para quem precisa da beleza das palavras para se sentir completo.  </p>



<p><a href="http://www.escreverescrever.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ler|Ler</a></p>



<p>Ocorre na primeira quarta feira do mês, na Biblioteca Camões, na Baixa de Lisboa e tem a duração 1h30 (18h30 &#8211; 20h00). Qualquer pessoa é livre de se juntar. </p>



<p>Cada dia tem um tema e são lidos trechos de livros que melhor retratam a ideia que se está a explorar. Como o nome indica, vamos ler. O convite é feito a todos os participantes: cada um lê uma parte pré-definida de um livro existente na biblioteca ou escolhido pela moderadora (Cristina ou Conceição) ou melhor ainda, seleccionado por nós &#8211; levando de nossa casa. </p>



<p>No final de cada leitura, comentamos, se quisermos, com a nossa opinião. Somos livres de ler ou não, comentar ou não, podemos apenas estar presentes no círculo de cadeiras mesmo não lendo, se assim o preferirmos. </p>



<p>O espaço está aberto gratuitamente a todas as idades. Ultimamente tenho até levado as minhas filhas (9 e 13 anos), não só é bom para elas como também os restantes participantes, que já vou conhecendo, se alegram com a presença juvenil. Não gosto de falhar nenhuma sessão, adoro ler e estes encontros são inspiradores, são o meu momento. O momento em que reencontro caras conhecidas, o momento em que relembro ou tenho o primeiro contacto com escritores, poetas, textos ou prosas. Estas quartas estão para mim como a eletricidade para uma lâmpada.</p>



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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-image is-style-rounded"><figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="http://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3.jpg" alt="" class="wp-image-987" width="127" height="131" srcset="https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3.jpg 641w, https://desculpasparaler.com/wp-content/uploads/2020/04/ClubePoesia-3-600x622.jpg 600w" sizes="(max-width: 127px) 100vw, 127px" /><figcaption>Na sessão de 3 de dezembro de 2019, a minha filha foi convidada a sentar-se na mesa com o poeta convidado,  Alberto Pimenta e  Teresa Coutinho.</figcaption></figure></div>
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<p><a href="https://www.tndm.pt/pt/calendario/clube-dos-poetas-vivos-andre-tecedeiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube dos Poetas Vivos</a></p>



<p class="has-text-align-right">Decorre no átrio do Teatro Nacional D. Maria II, na primeira terça feira de cada mês e tem a duração de 1h (19h &#8211; 20h). Cada encontro vive da presença de um poeta convidado. Com moderação de Teresa Coutinho, diversos atores, incluindo a moderadora, lêem poemas do presente poeta, seguindo-se uma entrevista e questões da plateia. </p>



<p class="has-text-align-right">Ouvir poemas afasta-nos do mundo real, transportando-nos para um planeta em que está tudo bem, mais triste ou eufórico fazendo jus às palavras poéticas, mas onde se respira ritmo e pensamento calmo. A presença do poeta realça a magia do momento, ao podermos ouvir a sua voz e não só evocar os seus escritos. Ao podermos questionar porquê e não só imaginarmos ou supormos. Estes finais de tarde iluminam as minhas semanas e inspiram-me em diferentes atitudes e desafios. </p>



<p>É fantástico descobrirmos poetas e poemas, explorarmos métricas e histórias. </p>



<p>Em tempos de quarentena, a sessão faz-se, sem poeta vivo, mas ouvindo, em direto no <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/explore/tags/clubedospoetasvivos/" target="_blank">Instagram</a>, todas as terças das 17h às 19h, poetas vivos ou mortos, declamados pelos nossos conceituados atores incluindo a maravilhosa Teresa. Quem quiser é livre de intervir no final da sessão, lendo um poema. Essa tarde, só por existir, já fez valer a pena “ficar em casa”.</p>



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